Desventuras da Sissy Kelly Sofia - Conto 1

A minha mulher foi passar uma semana fora, em trabalho. Pelo menos foi o que ela me disse.
Ou seja, não me custa acreditar que foi fazer férias com um dos seus amantes.
Posto isto, ganhei coragem e depilei-me todinha.
Não querendo perder tempo, aprontei-me dos pés à cabeça. mules vermelhos de vinil, com tacão enorme, pulseirinhas nos dois tornozelos, micro saia plissada preta, com uma uma boa parte das nádega, bem à vista, cuequinha de fisga rosinha, camisinha vermelha de alças bem apertada e super maquilhagem de rosto, com o batonzinho vermelho, bem vivo, as pestanas postiças e terminando numa uma vistosa cabeleira ruiva.
Quando descia as escadas do prédio, não imaginava que há dias em que não devemos sair de casa e em que cada vez que abrimos a boca só nos afundamos mais.
Não passava pela cabeça de ninguém, a ideia parva que me deu de ir provocar desnecessariamente os empregados e o dono de uma frutaria de bairro, dos arredores da cidade.
Assim que entrei, comecei logo a distribuir sorrisos e olhinhos. Com a excitação do momento, nem me apercebi dos olhares de espanto dos empregados musculosos e dos seus comentários críticos, em surdina.
Para além de me exibir e provocar a excitação geral, só tinha em mente encontrar o maior pepino do espaço e voltar para casa para me excitar com ele.
Esperei que a frutaria ficasse vazia e dirigi-me ao balcão para pagar.
O Dono, um moço africano dos seus 1,80, musculado, "até dizer chega", perguntou-me com ar desconfiado. - É tudo?
Não sei o que me deu, mas tive a maior paragem da minha vida e respondi-lhe - Depende. Por acaso não tem lubrificante anal?
A voz de desconfiado transformou-se em voz mais grave - Como você se chama?
Continuando a minha ingênua burrice respondi-lhe - Kelly Sofia, mas os machos podem-me chamar Kiki ou Fifi, conforme preferirem.
E a voz mais grave passou a voz tremendamente zangada VOCÊ PENSA QUE ESTÁ A GOZAR COM QUEM? ISTO É UMA LOJA DE RESPEITO COM GENTE SÉRIA! É PRECISO MUITA LATA PARA APARECER AQUI NESSES TRAJES E A OFERECER UM MATERIAL QUE NINGUÉM QUER!!!
Dizendo isto pediu a um dos empregados para fechar a porta do estabelecimento e dirigiu-se para o interior da loja.
Fiquei petrificada sem saber o que ia acontecer. Confesso que fiquei com uma grande tusa ao imaginar que ia aviar aqueles machos todos,
Não foi preciso muito tempo para perceber que estava completamente enganada.
O dono voltou com um grande paddle na mão. Tão grande que me tapava as nádegas. - Nós aqui temos uma regra. Quando apanhamos alguém a roubar não chamamos a polícia. Danos um corretivo com este brinquedo. Vinte estocadas de seguida, bem no rabo!
Nem sabia o que pensar. Continuou a minha senda de que hoje era o dia em que não devia ter aberto a boca - Mas eu não roubei nada!?!?
Tive logo resposta - Ainda não, mas algo me diz que vais tentar sair daqui com esse pepino enfiado no teu cu. E acredita que o melhor que te poderá acontecer é ires ao WC e enfiá-lo e depois tentar sair.
Percebi que não tinha alternativa. Antes de me mijar toda, nem tive coragem de perguntar qual a alternativa. Então preferi dizer outra estupidez - Uma vez que não tem lubrificantes ao menos posso levar uma embalagem de manteiga para entrar melhor?
E a resposta veio pronta - Podes sim Senhor. E tens sorte, porque hoje a manteiga está em promoção de 50%, por isso só vais levar mais 10.além das 20, o que faz uma conta final de 30.
Fiquei aterrada. Ainda ia argumentar, mas não consegui porque engoli em seco, com o medo que me assolava o corpo todo e a ideia que a conta pudesse aumentar mais..
Levei o pepino e a manteiga para o WC. Quando voltei, com uma tusa, muito estranha no rabinho, e com uma tremedeira nas pernas, assim que cheguei ao balcão, ouvi a voz do dono,ainda mais alta e mais grave - PAROU SUA VACA TRANSVIADA! TIRA JÁ A CUEQUINHA E METE-TE DE CÓCORAS!. FAZ JÁ SAIR O QUE LEVAS NA TUA PARRECA!
Assim que fiz o que ele me ordenou o pepino saiu disparado e eu fiquei ali a mercê da minha má sorte. Logo me deram nova ordem - Levanta-te e segue-nos para a cave.
Descemos umas escadas enormes e quando entramos na cave, uma zona ampla por sinal, o último dos empregados fechou a porta, ao que o dono me atirou - Vaca, podes gritar a vontade que a cave é isolada e a porta à prova de som.
Um dos empregados (o mais forte dos 3 ) ordenou que me abaixasse e segurou-me nos braços por trás das costas e puxou-os com força de forma a que ficassem o mais esticados possível.
Estava numa posição super incomoda e percebi que pela compleição física dele ela ia aguentar muito tempo naquela posição.
Alguém me puxou a saia para baixo e fiquei com o rabinho totalmente à mercê do paddle diabólico.
Afastaram-me as pernas e outro dos moços foi para trás de mim com o paddle na mão. Era inquietante e apavorante o som que ele fazia com o paddle deslizando no ar em ritmo de aquecimento.
O dono veio para o meu lado, agarrou-me no queixo e ordenou - Olha para mim Vaca. Normalmente só as primeiras dez e que são com força, depois peço aos rapazes para serem mais brandos. No teu caso vou abrir uma exceção e vão ser todas as 30 a doer. Quero ouvir-te gritar, soluçar e chorar. Quero ver essas lágrimas a caírem pelo teu rosto bem depressa. Vais contar quando eu disser e vais agradecer quando eu disser. Percebeste vaca?
Tinha o queixo preso e só conseguia abanar ligeiramente a cabeça.
MUITO BEM VACA! ENTÃO VAIS COMEÇAR A APANHAR!
Assim que ele disse isto e sem eu estar minimamente preparada, do nada levei a primeira. Acho que soltei o maior grito da minha vida.
CONTA PUTA!, gritou ele. E eu contei, mal aguentando o choro. AGORA AGRADECE! e eu agradeci - Obrigada Senhor!.
Ainda não tinha acabado de falar e já tinha apanhado a segunda. Estava arrasada e ainda faltavam 28... CONTA PUTA! Contei. AGRADECE PUTA! Agradeci e voltei a apanhar.no imediato.
Na quinta estocada já me caiam lágrimas pelos olhos e já soluçava como uma menina. O Dono sorria e ria para mim.e ria de mim.
Na décima ja eu chorava copiosamente.
Na décima quinta mijei-me todinha pela pernas abaixo, o que deu aso a risada geral e total achicalhamento.
Na vigésima já tremia tanto das pernas que o rapagão que me estava a segurar teve de me largar para não me partir os braços, Caí literalmente com os joelhos e as mãos em cima da minha poça de chichi,
AINDA NÃO ACABOU PUTA. NÃO PENSES QUE NOS ENGANAS!
Levantaram-me e deitaram-me num banco corrido e as últimas dez foram dadas nesta posição. .
No final pegaram-me, deixaram-me vestir a saia, as cuecas nunca mais as vi. e abrindo a porta da rua deram-me um pontapé no rabo que cai estatelada no meio do passeio.
Para quem passasse, se pudesse ouvir, o dono gritou - A PRÓXIMA VEZ QUE VIERES AQUI ROUBAR APANHAS MAIS.
Com muito custo levantei-me agarrada às paredes da rua e fui descalça, com os sapatos na mão até ao carro.
Não me lembro de chegar a casa. Apenas sei que passei 3 dias deitada a pomadas e a soluçar...

FIM






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Published by Vicosisu
4 years ago
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