UMA NOITE IMPROVÁVEL

Uma noite improvável - (ás vezes as coisas acontecem sem as procurarmos)

Fartos de estarmos fechados numa fase menos boa da nossa vida (especialmente a Maria), jantámos cedo e atirámo-nos para o sofá a fazer zapping para ver se encontrávamos alguma coisa para ver que nos fizesse
ficar relaxados ... canal 145, 234, 321, sei lá... apagámos a porra da tv.

A Maria levantou-se e disse-me "queres ir beber um café com o Chico?"
"Liga-lhe para ver se dá para sair"
2 minutos depois já lhe dizia "Falei com ele. Daqui a 1 hora no bar da tia"

Não foi preciso dizer mais nada. Ela foi para o quarto, passou-se por água e vestiu um vestido de noite com um decote quase até ao umbigo ... e uns sapatinhos de três metros de altura que até me fizeram saltar os olhos. Perguntei: "Onde vamos para ires assim? Não é só para ir ao bar da tia?"

Reponde-me: "Apetece-me ir assim".

Saímos mas só tinha feito 1 Km e diz-me: "Dá ali a volta. Quero passar no hipermercado".
Não disse mais nada. Não fazia a mínima ideia do que lhe ia na cabeça.

Assim que entramos na superfície comercial muitas cabeças rodaram na direcção dela e enquanto me dirigia a uma caixa de multibanco para levantar uns euros ela entrava numa loja gourmet.

Dirigi-me á loja mas fui interpelado por um amigo daqueles que ás vezes ainda falam mais que eu.!! Queria despachar-me mas ele colava-se a mim. Por fim lá me deixou seguir. Entrei e quando ia a chegar perto de Maria, vi um homem moreno, forte e de estatura alta que não tirava os olhos dela.
Olhava-a fixamente mirando-a de alto a baixo e seguia-a.
Parei. Deixei-me ficar para trás
Sentindo-se incomodada com a sua proximidade, Maria tentou esquivar-se, não o conseguindo por ele lhe ter barrado o caminho. Encarou-o com desdém mas cedeu baixando ligeiramente a cabeça, corando mais que nunca.
E eu ali parado sem agir, apenas observando!
Maria deteve-se ao pé de uma secção de vinhos. Ele avançou para ela e apontou para qualquer coisa como se estivesse a aconselhá-la Ela viu-me pelo canto do olho e dirigiu-lhe a palavra (como queria estar a ouvir...).
Agarrou numa garrafa de vinho que pôs num cesto de compras e seguiu caminhando provocadoramente à frente dele.
Eu seguia atrás deles, pelo meio de muita gente, e absorto em pensamentos estranhos eu só pensava: "o que é isto?" "o que é que está a acontecer?"
Em cima daqueles sapatos altos lá se ia bamboleando mostrando-se a todos quantos passavam.
Perdi-os de vista. Quando os avistei, já na rua, ela com aquele estranho a seu lado, olhou para mim e fez como que um gesto para me aproximar.
Prosseguiram e no caminho eu, atrás deles, vi que ele deteve a marcha dela, pôs-lhe uma mão na perna e começou a acariciar o interior das suas coxas. Vi um movimento dela como que a arrepiar-se.
Acontece que ela retribuiu e, descarada, aproximou-se dele em demasia e, do mesmo modo, colocou-lhe também a mão nas pernas grossas. Ele suspirou e Maria beijou-lhe o pescoço.
Eles estavam de lado para mim e podia ver a mão dele puxar-lhe as cuecas e meter a mão lá dentro. Incrédulo fiquei quando vi que lhas tirou e ela não ofereceu qualquer tipo de resistência.

Ia a pensar no Chico que já devia estar à nossa espera mas ao mesmo tempo vários cenários pairavam na minha cabeça. Pensei - deixa ver até onde isto vai.

Segui o meu instinto e acerquei-me deles.

Ela beijou-me e disse: "olha, este é o meu marido". O tipo cumprimentou-me mas pude senti-lo nervoso, a tremer.

Maria encaminhou-se para o estacionamento para o nosso carro. Agora caminhava a meu lado e aquele homem seguia-nos sem articular uma só palavra.

Eu olhava para ela que sorria e ficava cada vez mais intrigado sobre o que iria naquela cabecinha.

Ela abriu o carro e disse: "vamo-nos sentar e conversar um pouco".
Fiquei mais estranho ainda quando ela lhe agarrou na mão e o puxou para dentro do carro. Dei a volta ao carro e sentei-me também no banco de trás.

Tinha o rádio ligado de modo a que se pudesse conversar, sem gritar.

O homem mistério começou a falar com um grande desembaraço num tom baixo e relaxante que estava a funcionar como um tipo de hipnose para Maria que se deliciava com o discurso dele.
Eu continuava a escutá-lo e a observar as reacções dela.
Notei que ele se chegava cada mais para ela e começa a passar as mãos nas pernas e nas coxas dela.
Feito atrevido perguntava-lhe, olhando para mim, se lhe podia tocar nas pernas. Maria anuiu dando-me as cuequinhas que ele lhe tirara. Estavam encharcadas. Olhei-os, e Maria aos poucos foi-se deixando envolver pelas mãos dele anuindo com gestos para que ele prosseguisse com as suas intenções. Com as mãos a subirem-lhe pelas pernas acima, vejo-a ajeitar-se e "voilá" - como que com um passe de magia as mãos dele apossaram-se do interior das coxas dela.
Ela ia gemendo baixinho, olhava-me nos olhos e corava imensamente. Olhei para ele que me deu um grande sorriso mostrando estar muito seguro de si. Subiu-lhe o vestido para que eu pudesse ver como lhe massajava aqueles lábios, aquele grelinho que despontava reluzente e introduzia um, dois e três dedos por aquela fenda adentro.

Ia vendo a esfrega que ele lhe dava entre pernas e saltava à vista o seu sexo molhado.
Vejo-a abrir as calças dele e sacar-lhe o mastro duro para fora e começar a masturbá-lo. Ao mesmo tempo com a outra mão começava a acariciar-me o pau por cima das calças.
Tudo aquilo já me estava a transtornar e ajudei-a a abrir o fecho para me soltar a gaita. Mas a novidade era aquele homem, aquele desconhecido que a tivera "caçado".

Fomos interrompidos por um silvo estridente do toque do meu telemóvel. Espreitei para ver o que era. Bolas! Era o Chico, Nunca mais nos tínhamos lembrado que ele estava à nossa espera. Saí do carro para atender o telefone. Ele estava farto de estar à espera. Então disse-lhe que tinha surgido um imprevisto e que não podíamos já ir ter com ele. Ainda replicou que esperaria, que não tinha nada para fazer mas resolvi dizer que não íamos mesmo e que o nosso "copo" ficaria para outro dia.
Regressei ao carro e vi o vestido de Maria todo levantado até à cintura. Estava com as pernas totalmente abertas completamente exposta e à mercê daquele homem. Ainda tentou disfarçar tapando a coninha com uma mão mas depressa deixou de o fazer e, ainda se expôs mais.
Aos poucos ele ia tomando conta dela. Chegou-a para a frente, pôs-lhe as mãos nas costas e abriu-lhe o fecho vestido. Como naquela noite não usava soutien, rapidamente as suas mamas foram tomadas por ele. Eu fiquei paralisado ao vê-lo chupar os mamilos intumescidos e encostei-me à porta o mais que pude para lhes dar espaço e fiquei apenas observando. Ela começou a gemer e os dedos dele desceram e entraram lentamente na naquela gruta. Foi isso que o fez comentar: "Que encharcada que estás".
Maria desceu e tomou-lhe o membro com a sua boca atrevida. Começou a chupá-lo com força. Passava a língua pela glande enorme. O seu membro não era muito grande mas era grosso e tinha uma enorme cabeçorra.
Ela chupava com afinco e masturbava-me intensamente.
Apercebi-me que ele estava prestes a gozar ... mas eu também. Não foi preciso muito mais tempo. Maria agarrou-o com força e fez com que se viesse bem no meio das suas mamas. Esfregou-se toda mas agora era eu a derramar o meu gozo para cima dela.
Depois disto o nosso "amigo" botou discurso...disse que tinha gostado de falar connosco e que ia embora. Dito e feito. Ficámos sozinhos mas agora havia um problema. A boa da Maria estava muito quente, acesa, incendiada e o único bombeiro de serviço era eu! Apesar de tudo e, bem agarrada a mim dizia-me: "Então agora vamos ter com o Chico?"
- Epá, ela não se esquecera, nem se apercebera que eu tinha falado com ele ao telefone e lhe tinha dito que não íamos ter com ele!

A mim já não me apetecia ir ao encontro do Chico mas a "aflição" dela era muita que meteu na cabeça tinha que fazer mais qualquer coisa que ir directa para casa só comigo.

Ok. Liguei para o Chico. Já estava de saída para casa mas convenci-o a esperar por nós no estacionamento do bar da tia.

Chegamos. Ele avistou-nos e fez sinal com as luzes. Parámos o carro e saímos ao encontro dele. A boa da Maria foi direitinha a ele quase em passo de corrida. Abraçaram-se e cumprimentaram-se e fomos para o bar.
A ela apetecia-lhe tudo menos beber um copo e segredou qualquer coisa ao Chico e caminhavam à minha frente mas não em direcção à entrada.
Uns 100 metros atrás do estacionamento existia uma casa da qual nunca me tinha apercebido.
Entrámos era uma espécie escritório/armazém. Tinha 2 secretárias, um sofá grande com uma grande tv em frente e um frigorífico de me acerquei e verifiquei que estava carregadinho com bebidas. Por detrás das secretárias, estantes com livros e papéis e pilhas de caixotes.
Fiquei espantado pelo facto do Chico conhecer aquele "estaminé" e ter a chave. Sentamo-nos no sofá e ele disse-me que nos podíamos servir do que quiséssemos pois era tudo por conta da casa - oferta da tia. Realmente o Chico nunca dá ponto sem nó!
Enquanto fui tratar das bebidas já os dois estavam agarrados a apalparem-se e ainda brinquei com uma boca "falta de respeito, começarem sem mim" mas completamente ignorado. Vi-os aos beijos e fiquei de pau feito de os ver assim!
Fui direito a eles com as bebidas que tinha ido buscar. Chamei-os à atenção que as ia deixar ao pé deles. Maria apenas me olhou e gesticulou repetidamente para me afastar.
Percebi e fui sentar-me perto da porta, encostado à parede. Tinha uma cerveja na mão e fui bebericando.
Ideia do caraças. Aconteceu pelo caminho o que atrás relatei e ela sempre sem tirar o Chico da cabeça. Ainda por cima pede-me que me afaste!
Ele limpou uma secretária, tirou tudo lá de cima, envolveu a minha mulher pela cintura. Os beijos não paravam. As mãos dele desceram até ao rabo dela e levantavam-lhe o vestido mostrando bem o rabinho dela pois as cuecas ainda estavam no carro. Ela não as vestira.
Com uma mão o Chico afastou o decote do vestido que deixava transparecer que também não usava soutien. Tirou-lhe uma mama para fora e abocanhou-a com desejo. Fez um olhar assim meio desconfiado e perguntou à Maria que perfume usava agora pois até era salgado!!!
Ela teve apenas tempo de lhe responder quer era uma história que a seu tempo lhe ia contar e que continuasse era a chupar-lhe as mamas. Então continuou e agora a outra mão abria a breguilha e tirava o mastro para fora. Estava duro. Podia-se ver à distância que até reluzia. O Chico não é um daqueles que tem uma verga de meio metro mas é bem fornecido. Um pau direito e grosso.
Ela baixou-se e tomou de assalto aquilo que tanto desejara o dia todo.
Achei incrível a forma como chupava a piça dele. Eu estava a ter prazer com aquela mamada! Mas prazer tem limite e o Chico estava a ir num sentido quase sem retorno. Meteu travões a fundo e tirou-se bruscamente da boca dela. Achei que ele não ia aguentar mais mas substimei-o pois ele despiu a camisa, ergeu-a pela cintura e sentou-a na secretária. Baixou-se e começou a lamber-lhe a coninha encharcada. A cara de deleite dele dizia tudo. Eu estava com uma dureza que já nem conseguia beber a cerveja que entretanto aquecera na minha mão.
A minha mulher estava com tudo e enquanto ele lhe metia a língua na cona, pude ouvi-la a dizer - "Não aguento mais. Anda. Vem. Fode-me".
Bem mandado o Chico apoia a piça nos lábios da fenda brilhante e foi empurrando bem devagarinho enquanto ela se arrepiava e estremecia.
Adorei ver aquele cena. A minha mulher, a minha esposa, a minha cara metade, sentada naquela secretária, um pouco inclinada para trás, apoiada nas mãos, tendo à sua frente, o Chico, aquele homem, aquele amigo e até aquele amante, de pé entre as suas pernas, metendo-lhe agora o caralho, num ritmo compassado, enquanto ela gemia que nem uma doida. Pude perceber que ela se tinha vindo, vi a sua respiração ficar acelerada e os seus calcanhares encontrarem-se atrás das costas dele, fazendo com acelerasse os seus movimentos. Até ouvia o barulhinho "molhado" que saía da coninha dela, cada vez que aquele mastro enfurecido entrava e saía dela.
Depois de algum tempo a comê-la naquela posição, de uns gemidos, de uns ais e uis, mais uma vez foi travada a marcha do orgasmo que se avizinhava. Desta vez o nosso Chico fez com que ela ficasse de pé de costas voltadas para nós e com as mãos apoiadas sobre a secretária e com as pernas bem abertas e de cuzinho arrebitado. Pôs a menina a jeito e cravou-lhe aquele cacete de forma a que ela soltasse um gritinho abafado.
Com estocadas vigorosas, ele comia-a e ela vinha-se de novo. Dizia: "sim, sim, isso, dá-me...porra, isso dá-me mais" e vinha-se de novo.
Chico desenfiava-se dela e virava-a de novo. Punha-a na posição inicial e metia a língua na cona escaldante e escarlate de Maria. Levanta-se e enfia de novo.
Eu, ali inquieto, com outra cerveja na mão (fresca) saí. Fui para a rua.
Ouvi qualquer coisa a ser arrastada e o frenesim começou de novo. Ali fora podia-se ouvir tudo e até, conhecendo o espaço, se podia imaginar onde e como estavam a trocar aquelas ... carícias.
Estava tão duro e ansioso de qualquer coisa que ninguém imagina
Pude ouvi-la gritar "isso, caralhooooooo", "fode-me" e ele "simmmmm", "toma". Mais gemidos, mais gritos, e ouvia-o "aaahhhhhhh, venho-mmmeee caraças". Mais uns suspiros de ambos foi o que ouvi mais. Aproximei-me e ouvi risadas e eu ainda cheio de tesão.
Dei um tempo e fui para dentro. Entrei, vi as duas secretárias no meio daquele espaço e os dois meninos "mal comportados", riam-se um para o outro, sentados no sofá, lado a lado. O Chico permanecia todo nú e ela com o vestido todo puxado para cima, de pernas abertas, e toda regada pelo esperma dele.
Estava agora mais chegado para eles. Levantaram-se. Ele começou a compôr-se e desculpou-se a dizer que tinha que ir embora e em breve deixava-nos sós, saindo dali como se nada tivesse acontecido.
Ela virou-se para mim e apontando para as secretárias disse: "ele comeu-me tudo ali - apontando para as secretárias - e disse-me ... nada!"
Abracei-a e ela olhou-me com ar de sacanice. Beijou-me. Senti a boca dela algo melosa. Ela riu-se e confessou que antes dele sair tinha-lhe mamado a piça depois de se vir! Olhei para ela de lado, levantei-lhe o vestido e baixei-me para lhe lamber a coninha. Ia começar a beijá-la e ela afastou-me. Subiu para a secretária e pediu: "fode-me". Como sou obediente, acedi ao seu pedido.
Desapertei as calças, deixei-as cair até aos pés e livrei-me delas. De membro em riste apontei para a sua entrada que ia abrindo e vi que não estava lubrificada, mas que escorria!
Hummmm, a atitude, tinha dedo do Chico mas eu, doido de tesão, não fiz mais perguntas e enterrei-me todo nela.
Uiiiiii que ela estava doida. Estava a dar-me cabo da cabeça a mexer-se tão depressa, com tanta intensidade.
Os níveis de adrenalina tinham atingido o máximo e como se pode calcular, foi sol de pouca dura e depressa me desfiz em espasmos e atingi um daqueles orgasmos que parecia não ter fim. Gozei que nem um louco.
Depois de gozar permanecemos abraçados e ficamos um bocado a comentar a noite, e que noite!
- Então, foste lá para fora mas não viste tudo? O que viste? O que não Viste? Diz-me tudo, o que achaste? Fui leviana, fui uma ... ??? - Diz-me!!!
- Minha querida, leviana nada, não foste nada, nem ninguém, foste tu própria e sim, adorei minha querida, o chico fode-te muito bem, mesmo da maneira que gostas e tu estiveste como gostas, como nunca. Achei que da forma que ele estava a fazer eu estava já de língua de fora e estava a ver que ele nunca mais se vinha e que eras tu quem caia para o lado e por isso fui lá para fora e já não vi mais nada. Sofri com muito tesão mas o resultado está aqui. TU, com esse sorriso rasgado e com esse ar de satisfação. Eu adorei.

- Olha ... e o outro, não dizes nada?
- Estava com algum receio mas vi-te de tal modo excitada que me mantive sempre alerta e fui deixando as coisas acontecerem.

- Obrigado, vamos para casa.

Saímos dali e rumamos a casa. Tomamos um banho juntos e debaixo de água ainda nos deliciamos uma vez mais.
Published by umcasal
6 years ago
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