Sedução e provocação

O gozo de um momento é maior pela vivência da situação...

Hoje, tomava o meu café pós jantar, no bar Bowling... Sentei-me numa das cadeiras de uma mesa, posicionando-me de forma a olhar para a TV como que interessado em ver o jogo FCPenafiel-VSCGuimaraes que dava. Antes de me sentar, verifiquei que duas mesas à minha frente estava uma mulher alta e agradável, sozinha sentada, vestida de forma que dava para perceber bem estava de minissaia aparentava umas pernas agradáveis de olhar. Ter aquela visão era a desculpa para ficar a olhar em direção à TV. Naturalmente apercebeu-se que eu a olhava, e que eu já tinha estado a apreciar a sua imagem de cima a baixo, naturalmente na expectativa que tivesse uma visão das suas pernas em movimento que permitissem justificar a vontade de ver algo mais. Excitam sempre aqueles momentos em que parece que vamos ver, ou que estamos quase a ver, mas que não acontecesse como desejamos nesse momento. A senhora, apercebeu-se do meu olhar atento, fez um cruzar de pernas que me deixou na duvida se seria para proteger o interior da suas pernas tapadas do que me pareciam uns collants opacos, ou se seria para dar sinal que se estava a aperceber do meu olhar atento e sempre na expectativa que a abertura fosse mais desinibida.


Permaneceu sozinha, com cruzares de olhar regulares, mas de forma a que eu não tivesse a certeza se seriam olhares de aceitação por eu estar atento, ou se olhares de reprovação por eu estar a apreciar cada vez mais descaradamente. Num momento, levantou-se, vindo em direção a mim, passando ao meu lado e dirigindo-se ao balcão. Com o olhar que me fez quis-me mostrar que sabia que estava a ser observada. Mantive-me na duvida, mas permaneci na minha procura de um descuidado abrir de pernas, mais que não fosse para eu próprio me sentir provocado.


Chega um amigo, ou marido, ou companheiro. Senta-se de costas para mim, permanecendo ela e as suas pernas totalmente ao alcance dos meus olhos. e eu olhava. E ela sabia que sim. Com ele já à sua frente, começou com pequenos gestos que evidenciavam a sua aceitação por estar a olhá-la. Conversavam, e tive a sensação de que lhe terá falado do meu atrevimento por estar a olha-la mesmo sabendo que estava acompanhada. Entretanto, ele muda-se para uma cadeira ficando agora ao seu lado e olhando a televisão que estava na parede para a qual eu tinha as minhas costas voltadas. Esta nova posição e vê-los a conversar, levou.me a conter o meu lado de apreciador. Mas na verdade ela, ia correspondendo, chegando a fazer sinais, inclusive dando-me a sensação que me posicionara os seus lábios instantaneamente como que a enviar um beijo. O marido ou companheiro, permanecia ao lado, sem eu ter qualquer certeza se teria conhecimento destes ato de observação correspondida, entre mim e aquela mulher. A coisa provocava e eu sempre que olhava, apreciava com calor e com vontade de o fazer. E ela sabia, e olhava de forma discreta como que mais ninguém no mundo soubesse deste jogo de olhares de sedução.

Faz um comentário com o seu marido (ou companheiro) e de seguida levanta-se novamente, e novamente dirige-se na minha direção. Ao passar ao meu lado, faz um comentário, discreto, mas que eu não percebi bem. Passei a entender que seria uma mensagem de aceitação. Sua, e talvez ate do seu companheiro. Deduzia eu. E estas situações fazem aumentar a produção de testosterona e produzem um efeito por si só excitante. 

Aumentava o meu desejo, para que ela se levantasse e se dirigisse ao exterior ou à varanda para observar a paisagem de Coimbra, fazendo como que um sinal de aceitação para que a seguisse para a observar. Mas não. Era só a minha imaginação a manifestar uma vontade, e que essa fosse de aceitação dela e do companheiro. Permaneci mais um pouco sentado, e procurei ser eu a fazê-lo, isto é, levantando-me, e tentando fazer-lhe sinal para que pudessem ou que ela pudesse sair dali, mais que não fosse que saíssem para ir ao wc. Mas ali ficaram sentados, a conversar, e tendo eu ficado com a ideia da não correspondência. Ao sair, parei ainda na primeira sala a observar quem jogava snooker nas duas, disfarçando os minutos passarem, até para ver se resultava em algo.

E sim. Houve algo mais.

Nesta sala, reparo que o companheiro se dirige ao wc, no interior do bar. Aproveito para entrar novamente no bar só para eu tentar perceber se estariam igualmente de saída como eu. E obviamente ao entrar o meu olhar foi unicamente para aquela mulher para perceber o que fazia. E sou surpreendido com sinais dela como que dizendo "dá-me o teu numero de telefone" ou "escreve num papel", apontando para o telefone dela e fazendo-me sinais para que eu lhe desse o meu contacto. Prontamente, sem caneta, mas com um papel que tinha no bolso que era o recibo do meu jantar, dirigi-me ao balcão pedindo caneta, escrevi meu contacto, e resolvi dobrar o papel, e passar ao lado da mesa onde ela estava deixando-o cair no chão "sem querer". E apercebo-me que o companheiro regressa do wc, e eu dirigi-me para as máquinas como que se fosse comprar tabaco ou fazer um jogo de "flippers".

Percebi que ela não apanhou o papelinho, e que lhe terá colocado o pé em cima, percebi isso, porque na posição em que fiquei deu para ver ela retirar o pé de cima de um papel e apanhar qualquer coisa. Esperei para ver reações. Fazia que jogava um jogo, e nisso vejo ela, sozinha a dirigir-se para o wc. Arrisquei ir também ao wc. Estava ela a ver algo que tinha nas mãos (provavelmente o papelinho). Entrei e coloquei-me ao lado dela para lavar as mãos dando um rápido comentário, ela olhou para mim, e sem perder tempo demos ali um beijo. Sabem, aqueles beijos excitantes, louco selvagens e de risco por se poder ser apanhados em flagrante!!? foi ótimo. Nem sei já o que dissemos, mas terá sido quase nada ou somente "façamos depois". E ela colocou-se em saída e eu permaneci ali junto aos lavatórios, a olhar para ela e a vê-la sair apreciando as suas formas, e como que a desejar que uma aventura rápida acontecesse nem mesmo que fosse ali. Acho que estes desejos loucos já todos tiveram, e por isso percebem a sensação excitante que é. Ela, ao chegar à porta do WC, olhou para fora, e ainda voltou dentro para dar mais um beijo bem louco, selvagem que me fez passar a mão pelo corpo dela e perceber que de facto tinha collants que tapavam tudo. Entretanto, saiu, sem dizer muito mais deixando a ideia no ar que iriamos falar depois, logo a seguir, ou mais tarde. Bem, a sensação de excitação e de loucura de tocar ali numa mulher super boa e que dá o desejo de estar com ela de imediato. Foi um momento de breves segundos super-super-excitante e cheios de desejo mutuo. Quando saio, vejo que o casal já não estava sentado e já teria saído. Sio também do bar e vejo-os, de mão dada passear e dirigindo-se às escadas rolantes. Ate saírem do estacionamento, fui seguindo os seus passos, atras deles, e verificando que os olhares dela iam em busca dos meus olhares de observação. Apetecia sair daquele lugar e ir até um local com aquele casal e fazer tudo com ela e com ela ao lado a incentivar. A química ficou no ar. E cerca d e uma hora depois recebo chamada dela, que espero eu que dê inicio e que venha a resultar num conhecimento maior e melhor, a dois, ou a três.

É bom haver casais que sabem viver momentos de glamour, com volúpia, sensualidade e sedução. E para eles é melhor ainda saber que vivem em pleno estes momentos com partilha do que querem, do que os seduz e do que os excita, para seu próprio prazer.





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Published by triointimo_pt
6 years ago
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